Sua imunidade anda baixa? Ou, melhor ainda, você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde? Aposte em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. "Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico". Atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. "O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais", completa. A seguir, confira a lista de campeões da blindagem e conheça os motivos que tornam esses alimentos poderosos aliados do organismo.
terça-feira, 11 de junho de 2013
NOVE ALIMENTOS PARA DEIXAR A IMUNIDADE NAS ALTURAS!!!!
Sua imunidade anda baixa? Ou, melhor ainda, você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde? Aposte em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. "Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico". Atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. "O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais", completa. A seguir, confira a lista de campeões da blindagem e conheça os motivos que tornam esses alimentos poderosos aliados do organismo.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
EVITE 7 ERROS DE ALIMENTAÇÃO QUE PREJUDICAM O CRESCIMENTO DOS MÚSCULOS!!!
Treinar horas e horas a fio é o seu forte, mas você sai correndo da academia e não come nada. Erro feio. "Para que haja ganho de massa muscular, duas coisas são fundamentais: o estímulo ao músculo e uma alimentação que contemple todos os nutrientes", explica o nutricionista Israel Adolpho, especialista em esporte. Carboidratos, proteínas e até as gorduras merecem importância redobrada para quem quer ver os músculos crescerem. Agora que você já sabe que não adianta só puxar ferro, mas que também é preciso compor bem o prato para formar a massa muscular, confira quais são os deslizes mais comuns da alimentação que impedem os músculos de crescerem e risque-os de uma vez por todas do seu cardápio.
Cortar o carboidrato e exagerar na proteína
O carboidrato é a primeira fonte de que o nosso corpo dispõe para gerar energia. Se a quantidade deste nutriente na alimentação não estiver adequada, o organismo lançará mão da proteína para exercer esse papel, impedindo que ela agregue à formação muscular. Ou seja, para que a proteína seja bem aproveitada, o carboidrato tem que estar presente.
"As proteínas, por sua vez, devem ser consumidas nas quantidades corretas, ou seja, sem ultrapassar o limite de dois gramas de proteína por quilo de peso ao dia", explica a nutricionista Leila Froeder, da clínica Vivid. Carne e ovos são fontes de proteína: um bife de contra filé de 100 gramas tem aproximadamente 30 gramas de proteínas e o ovo de galinha tem cerca de cinco gramas do nutriente. "O excesso desse nutriente pode gerar sobrecarga renal e perda óssea".
"As proteínas, por sua vez, devem ser consumidas nas quantidades corretas, ou seja, sem ultrapassar o limite de dois gramas de proteína por quilo de peso ao dia", explica a nutricionista Leila Froeder, da clínica Vivid. Carne e ovos são fontes de proteína: um bife de contra filé de 100 gramas tem aproximadamente 30 gramas de proteínas e o ovo de galinha tem cerca de cinco gramas do nutriente. "O excesso desse nutriente pode gerar sobrecarga renal e perda óssea".
Pensar mais na quantidade que na qualidade das calorias
Ficar atento à quantidade de calorias ingeridas é importante não só para quem quer emagrecer, mas para qualquer pessoa que mantenha uma dieta equilibrada. Mas ainda mais indispensável é prestar atenção na qualidade das calorias. Todos os nutrientes merecem destaque no seu prato. Israel Adolpho explica que as proteínas são fundamentais para a construção de massa muscular, mas os carboidratos também ajudam no processo, uma vez que irão liberar energia para a atividade, poupando as proteínas para atuar na construção dos músculos. Gorduras, vitaminas, fibras e outros componentes também têm que estar presentes. Para um efetivo ganho de massa muscular é preciso que sua alimentação seja balanceada e contemple todos os grupos da pirâmide alimentar.
Todo cuidado é pouco: a nutricionista Leila Froeder, da clínica Vivid, chama atenção para os transtornos alimentares que a preocupação excessiva com o consumo de calorias, gorduras, proteínas e carboidratos pode gerar. "Para evitar erros, consulte um nutricionista, que elaborará um cardápio capaz de gerar ganho de massa muscular sem riscos à saúde".
Todo cuidado é pouco: a nutricionista Leila Froeder, da clínica Vivid, chama atenção para os transtornos alimentares que a preocupação excessiva com o consumo de calorias, gorduras, proteínas e carboidratos pode gerar. "Para evitar erros, consulte um nutricionista, que elaborará um cardápio capaz de gerar ganho de massa muscular sem riscos à saúde".
Pular refeições
O praticante de musculação deve se alimentar, no mínimo, a cada três horas. "Para que a massa muscular seja desenvolvida, em nenhum momento o organismo pode ficar sem a disponibilidade de nutrientes", conta o nutricionista Israel Adolpho. Fazer apenas três refeições por dia pode determinar a falta de combustível para a hipertrofia muscular, impedindo que o ganho de músculos atinja seus níveis ideais.
Não comer antes e depois do treino
A nutricionista Leila Froeder explica que consumir pequenos lanches, um antes e outro depois do treino, são indispensáveis não só para o ganho de massa muscular, como também para um bom desempenho durante a atividade física. "Esse aporte energético permite níveis adequados de glicose sanguínea durante o treino, melhorando o desempenho e evitando fadiga", conta a nutricionista, que recomenda o consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico, que liberam a glicose de forma constante, evitando picos. Uma pera, por exemplo, contém esse tipo do nutriente. "Logo após o treino, o lanche deve conter carboidratos de alto índice glicêmico e proteínas, que ajudarão na recuperação da energia e formação dos músculos". A combinação de banana e mel, a vitamina de frutas e as barrinhas de cereais são boas opções.
Retirar toda a gordura da alimentação
A nutricionista Roseli Ueno, da Unifesp, explica que, de acordo com aAmerican Heart Association, até 30% das calorias da dieta devem ser provenientes de gorduras para que o organismo funcione perfeitamente. Vale dar preferência às gorduras boas, chamadas de poli e monoinsaturadas, que fornecem energia e saciedade, presentes nas castanhas, nozes, linhaça e azeite de oliva. Vale lembrar que as gorduras monoinsaturadas e polifenóis, presentes no azeite, por exemplo, impedem a oxidação de tecidos, processo que leva ao envelhecimento dos músculos e diminui os níveis de colesterol ruim, o LDL, na corrente sanguínea.
Apostar só no suplemento alimentar
Os suplementos alimentares podem ser bons aliados inicialmente - desde que indicados por um profissional -, mas o que deve predominar sempre é o consumo equilibrado de nutrientes. A nutricionista Leila Froeder explica que o consumo excessivo de proteínas por meio de suplementos leva o organismo a usar este nutriente como fonte energética, se não houver a quantidade necessária de carboidratos na dieta, gerando toxinas que sobrecarregam os rins e causam perda óssea.
Consumir bebidas alcoólicas
Israel Adolpho explica que o álcool causa desidratação, sobrecarrega órgãos como rins, fígado e cérebro, afeta a força e o equilíbrio e ainda faz com que a reserva de glicogênio hepático, matéria prima da formação dos músculos, seja comprometida, levando a uma diminuição do rendimento do treino. "Se o objetivo for o ganho de massa muscular, o praticante deve evitar o consumo de álcool pelo menos entre as sessões de treino", explica Israel Adolpho.
sábado, 10 de novembro de 2012
HÉRNIA DE DISCO!!!

Hérnia discal é o deslocamento do núcleo pulposo através do anel fibroso, constituindo-se como uma das principais causas de dor lombar (CECIL, 1992). A hérnia de disco surge como resultado de diversos pequenos traumas na coluna que vão, com o passar do tempo, lesando as estruturas do disco intervertebral, ou pode acontecer como conseqüência de um trauma severo sobre a coluna. A hérnia de disco surge quando o núcleo do disco intervertebral migra de seu local, no centro do disco para a periferia, em direção ao canal medular ou nos espaços por onde saem as raízes nervosas, levando à compressão das raízes nervosas.
Um disco é uma estrutura colocada entre duas vértebras. O disco possui uma área central gelatinosa (núcleo pulposo) circundada por um anel, que mantém esse núcleo no seu interior. O núcleo gelatinoso funciona como um amortecedor. Devido a fatores como seu envelhecimento (degeneração), o anel às vezes se rompe e permite a saída de parte do núcleo. Esse material gelatinoso comprime a raiz nervosa e provoca os sintomas de uma hérnia (de disco).
A maioria das hérnias ocorre na região lombar (perto da cintura), mas também existem hérnias da região torácica e cervical (pescoço).
Causas
Traumas, infecções, malformações congênitas, doenças inflamatórias e metabólicas, neoplasias, distúrbios circulatórios, fatores tóxicos, fatores mecânicos e psicossomáticos. (SAMARA, 1985).
Os fatores mecânicos são os maiores responsáveis (excesso de peso, postura inadequada, exposição a vibrações, pequenos traumas repetitivos e disfunções biomecânicas não corrigidas).
Também podemos considerar o tabagismo, suas substancias promovem vasoconstrição dificultando a nutrição do disco gerando sua fragilidade.
O sedentarismo é um fator de grande relevância, visto que os músculos multífidos e transverso do abdômem (estabilizadores), que ajudam a dissipar forças compressivas perdem a sua função protetora.
Processo e Evolução da Hérnia
O rompimento das fibras do anel fibroso do centro para a periferia começa a deformar o disco, dando a ele uma morfologia diferente, abaulado o que é denominado abaulamento discal. Esse abaulamento pode ser assintomático ou gerar dor lombar (lombalgia) caso ele entre em contato com o saco dural.
Com a evolução do quadro esse abaulamento poderá aumentar seu volume gerando uma protusão, que assim como o abaulamento pode ser assintomático.
A hérnia de disco ocorre quando há uma ruptura completa das fibras do anel fibroso e conseqüente extravasamento do núcleo pulposo, esse extravasamento em geral comprime uma raiz nervosa gerando um quadro de dor, que pode ser localizada na coluna lombar (lombalgia), na coluna irradiando para a face posterior da perna e glúteos (lombociatalgia) ou mesmo apenas dor irradiada para a face posterior da perna e glúteos (ciatalgia).
A hérnia pode apresentar também uma condição chamada sequestro, quando o material não está no local da extrusão.
A utilização de técnicas de fisioterapia manual (osteopatia, mobilização neural, estabilização vertebral, RPG, Mckenzie e outros), possibilita restaurar a mobilidade funcional do segmento, correção de alterações posturais e bloqueios mecânicos, alivio da dor e principalmente visa uma solução não cirúrgica eficiente para essa patologia, com resultados positivos acima dos 85%.
A coluna vertebral é composta
por vértebras, em cujo interior existe um canal por onde passa a medula espinhal
ou nervosa. Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, estão os discos
intervertebrais, estruturas em forma de anel, constituídas por tecido
cartilaginoso e elástico cuja função é evitar o atrito entre uma vértebra e
outra e amortecer o impacto.
Os discos intervertebrais
desgastam-se com o tempo e o uso repetitivo, o que facilita a formação de
hérnias de disco, ou seja, parte deles sai da posição normal e comprime as
raízes nervosas que emergem da coluna. O problema é mais frequente nas regiões
lombar e cervical, por serem áreas mais expostas ao movimento e que suportam
mais carga.
Causas
Predisposição genética é a
causa de maior importância para a formação de hérnias discais, seguida do
envelhecimento, da pouca atividade física e do tabagismo. Carregar ou levantar
muito peso também pode comprometer a integridade do sistema muscular que dá
sustentação à coluna vertebral e favorecer o aparecimento de hérnias
discais.
Sintomas
A hérnia de disco pode ser
assintomática ou, então, provocar dor de intensidade leve, moderada ou tão forte
que chega a ser incapacitante.
Os sintomas são diversos e
estão associados à área em que foi comprimida a raiz nervosa. Os mais comuns
são: parestesia (formigamento) com ou sem dor; dor na coluna; na coluna e na
perna (e/ou coxa); apenas na perna ou na coxa; na coluna e no braço; apenas no
braço.
Prevalência
A hérnia de disco acomete mais
as pessoas entre 30 e 50 anos, o que não quer dizer que crianças, jovens e
idosos estejam livres dela. Estudos radiológicos mostram que depois dos 50 anos,
30% da população mundial apresentam alguma forma assintomática desse tipo de
afecção na coluna.
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser feito
clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do
exame neurológico. Exames como RX, tomografia e ressonância magnética ajudam a
determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está
localizada.
Prevenção
Desenvolver hábitos saudáveis
de vida e que estejam de acordo com as normas básicas estabelecidas pela
Ergonomia, tais como: prática regular de atividade física, realização de
exercícios de alongamento e de exercícios para fortalecer a musculatura
abdominal e paravertebral, e postura corporal correta são medidas importantes
para prevenir as doenças da coluna.
Tratamento
As hérnias de disco
localizadas na coluna lombar, em geral, respondem bem ao tratamento clínico
conservador. O quadro reverte com o uso de analgésicos e antiinflamatórios, se a
pessoa fizer um pouco de repouso e sessões de fisioterapia e acupuntura. Em
geral, em apenas um mês, 90% dos portadores dessas hérnias estão aptos para
reassumir suas atividades rotineiras.
Hérnias de disco na coluna
cervical podem surgir diretamente nessa região ou serem provocadas por alteração
na curvatura e posicionamento da coluna vertebral durante a crise da hérnia
lombar. A escolha do tratamento, se cirúrgico ou não cirúrgico, considera a
gravidade dos sintomas e o déficit motor. A cirurgia só é indicada quando o
paciente não responde ao tratamento conservador e nos casos de compressão do
nervo exercida por parte do disco que extravasou, pois corrigido esse defeito
mecânico a dor desaparece completamente.
Recomendação
* Evite todos os excessos que
facilitam a instalação das hérnias de disco: excesso de peso, de bebidas
alcoólicas, de exercícios físicos, de cigarro;
* Procure manter a postura
correta quando sentado ou em pé;
* Não se esqueça de que vida
sedentária é responsável não só pela formação de hérnias de disco, mas por
muitos outros problemas de saúde;
* Informe-se sobre o tipo de
atividade física indicada para sua faixa de idade;
* Suspenda os exercícios se os
sintomas voltarem e procure assistência médica imediatamente;
* Siga as recomendações
médicas depois da cirurgia para evitar que nova hérnia se forme naquele local
ADAUTO GONÇALVES JUNIOR
PERSONAL TRAINER
terça-feira, 30 de outubro de 2012
ALIMENTOS QUE PODEM CAUSAR DOR DE CABEÇA!!!
Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que mais de 90% das pessoas sofrem ou sofreram de cefaleia (dor de cabeça) em algum momento da vida. E as causas podem ser inúmeras, como estresse e falta de sono. O que poucas pessoas sabem é que a alimentação também é fator determinante para desencadear essas dores.
As nutricionistas Juliana Lucena, da BioGourmet em São Paulo, e Joana Lucyk, da Clínica Saúde Ativa, em Brasília, explicam que a cefaleia pode ser causada por alguns tipos de substância presentes em diversos alimentos e, no caso de pessoas que sofrem de crises de enxaqueca, o ideal é que esses alimentos sejam evitados ao máximo na dieta.
"É aconselhável que as pessoas que sofrem de dores de cabeça façam um tratamento médico especializado para identificar a causa e tratar o sintoma da forma mais adequada possível", diz a nutricionista. Mas além de cuidados com a alimentação, também deve-se evitar períodos de jejum, que também acarreta cefaleia. Veja a seguir as substâncias e os alimentos alimentos que lideram o ranking de desencadeadores da dor de cabeça:
Aminas: as aminas estão
presentes em alimentos como cerveja, queijos maturados, alimentos embutidos,
molho à base de soja, repolho e chocolate. "Estas substâncias podem alterar o
calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a dor de cabeça",
explica a nutricionista Joana Lucyk.
Cafeína: café, refrigerante,
chá preto ou energético são ricos em cafeína. A dor de cabeça desencadeada por
esta substância pode acontecer em duas situações: se combinada a alimentação com
medicamentos que possuem cafeína em sua composição ou pela própria abstinência
de cafeína. "As pessoas acostumadas a consumir uma determinada quantidade de
café ou bebidas que contenham cafeína podem sofrer os efeitos da redução",
aponta Joana.
Bebidas alcoólicas: bebidas
como o vinho e a cerveja possuem substâncias chamadas histamina e tiramina, que
desencadeiam a piora do quadro de dor de cabeça.
Lipídeos: os alimentos fontes
de lipídeos e que são prejudiciais englobam a manteiga, margarina, frituras,
doces, biscoitos recheados, carnes gordas, queijo amarelo, leite integral,
requeijão e embutidos. "Esses alimentos possuem proteínas alergênicas, como a
beta lactoglobulina e caseína, que podem causar a cefaleia", afirma a
nutricionista da Clínica Saúde Ativa.
Frituras: elas são ricas nos
ácidos graxos oléico e leonéico, substâncias que causam contração dos vasos
sanguíneos cerebrais. As frituras também podem estar envolvidas no
desencadeamento da cefaleia.
Aspartame: a nutricionista
Juliana Lucena afirma que o aspartame metaboliza no organismo substâncias como a
amina e a fenilalanina, tornando-se assim um dos principais vilões
desencadeantes da dor de cabeça.
Nitratos e nitritos: presente nos
embutidos (como salame e presunto), peixes em conserva, patês e caviar. As
nutricionistas contam que essas substâncias também atuam em alguns casos como
desencadeadores da dor de cabeça da mesma forma que as aminas. Elas alteram o
calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a cefaleia.
sábado, 20 de outubro de 2012
ESTIRAMENTO MUSCULAR!!!
Estiramento Muscular
O estiramento muscular é uma lesão indireta que se caracteriza pelo alongamento excessivo das fibras musculares, ou alongamento além dos limites normais, também chamados de fisiológicos. Esta lesão é uma das mais frequentes nos esportes em geral, e acarreta modificações significativas nos hábitos de treinamento e competição dos praticantes.
Os músculos posteriores da coxa, os músculos da panturrilha, a musculatura interna da coxa e o músculo anterior da coxa, são mais susceptíveis a esta lesão, também denominada distensão.
- Grau I – é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão < 5 do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode ser ausente no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos estruturais mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.
- Grau II – Neste caso, o número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (lesão > 5 e < 50 do músculo), com as mesmas características da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais acentuado e redução da função muscular. A resolução é mais lenta.
- Grau III - Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão > 50 do músculo), resultando em uma importante perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal à lesão, devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível.
Causas: deficiências de flexibilidade, desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas (agonistas e antagonistas), lesões musculares pregressas, distúrbios nutricionais e hormonais, infecções, fatores relacionados ao treinamento, incoordenação de movimentos, técnica incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, má postura durante a execução do treino, discrepância de comprimento de membros inferiores, diminuição da amplitude de movimento, e o mais importante, sem desconsiderar os outros pontos : insuficiência no aquecimento inicial antes da prática dos exercícios.
Tratamento: Quando ocorre a lesão, a fase aguda é contida com gelo, repouso, elevação do membro e uso de antiinflamatórios, prescritos por um profissional médico e fisioterapeuta. Nesse caso, é obrigatório aguardar a reparação muscular, pois o processo cicatricial resultante deve ser bom e isto ocorre, em média, num período de 4 semanas. Após este período, iniciam-se os alongamentos.
Mas há exceções, quando todo processo de reabilitação de um atleta deve ser o mais rápido possível, para ele voltar à ativa o quanto antes. A fisioterapia acelera esta resolução cicatricial com o uso de laser e ultra-som fisioterapêutico, facilitando o trabalho.
Após esta sequência inicial de cuidados específicos, iniciam-se os exercícios gerais. Os exercícios de recuperação funcional, que estão em alta hoje na mídia, têm como objetivo retornar o indivíduo à sua atividade de costume, antes da lesão. Além de restaurar a estabilidade funcional e os padrões de movimentos específicos do atleta, minimizando o risco de nova lesão.
No geral, a evolução é feita de modo gradativo. O treino, inicialmente, deve ser feito com baixa intensidade, respeitando as suas limitações e a ocorrência de dor eventual.
Adauto Gonçalves Junior
Personal Trainer
domingo, 9 de setembro de 2012
O USO DA FITA CINESIOLÓGICA
Durante os
Jogos Olímpicos poderá ter reparado numas fitas cinesiológicas coloridas (aka
Kinesin) aplicadas nas pernas, costas, braços e outras partes do corpo dos
atletas.
O propósito
dessas fitas é ajudar a estabilizar tendões, articulações e proporcionar alívio
da pressão. investigadores da Academia Nacional de Defesa, no Japão, estudaram o
seu potencial para aliviar a fraqueza muscular.
Primeiro, os detalhes.
O estudo
examinou o efeito da estimulação tátil em forma de fita cinesiologia na fraqueza
muscular secundária à atenuação do feedback dos nervos.
- Essa fragilidade é neurofisiologicamente semelhante às observadas nas lesões dos joelhos.
- Teoricamente, o aumento de impulsos para os neurônios motores gama (impulsos do sistema nervoso central para a periferia) pode reverter essa fraqueza.
Alguns
atletas como Kerri
Walsh, vencedora de duas medalhas de ouro olímpicas, são adeptos do uso da
fita cinesiológica
Os
participantes receberam ambos os tratamentos de forma aleatória.
- A fita cinesiologia foi aplicada ao redor do joelho de cada indivíduo durante a contração voluntária máxima medida após vibração.
- Condição sem fita: A fita não foi aplicada antes da vibração.
Variações
percentuais médias entre a pré-e pós-vibração foram comparados com e sem a
fita.
E os resultados:
A contração
voluntária máxima e a medição eletromiografia média (atividade elétrica
produzida pelos músculos esqueléticos) foram significativamente maiores com fita
vs sem fita.
Conclusão
Os autores
concluíram:
“Os resultados sugerem que a estimulação tátil em forma de fita cinesiologia inibe o declínio da força e da eletromiografia.”
- O número de participantes não foi indicado no resumo.
- Existem poucos outros estudos que suportem o uso da fita cinesiologia.
O uso da fita cinesiológica na artrite reumatóide
Num outro
estudo, realizado na “University
of Technology, em Opole, Polónia“, a força muscular manual, em 20 pacientes
com artrite reumatóide, aumentou de forma significativa com o uso da fita
cinesiologia + fisioterapia vs apenas só com fisioterapia.
Adauto Gonçalves Junior
Personal Trainer
sábado, 1 de setembro de 2012
IDENTIFIQUE OS ESTÍMULOS QUE TE FAZEM COMER EM EXCESSO!!!
Muitas pessoas têm dificuldade em identificar se estão
satisfeitas ou não quando estão comendo. Muitas delas não sabem o que é sentir
fome há muitos anos. Isso acontece porque elas sempre comem além da satisfação e
finalizam a refeição apenas quando se sentem empanturradas de comida.
A diferença entre fome e vontade
de comer é muito simples: fome física é aquela que se manifesta com um incômodo
no estômago, um ronco, causado por um declínio no suprimento de energia do
corpo. Algumas vezes conseguimos ouvir o barulho que nosso estômago faz em
função das contrações, desta forma, fica mais fácil identificar que chegou a
hora de nos alimentarmos. É um comportamento que nos leva a comer qualquer
alimento que nos seja agradável, no instinto de saciar a fome.
Já na fome emocional, ou melhor, quando sentimos desejo de
comer, escolhemos um alimento específico, como pizza, chocolate, mousse de
maracujá. Não nos satisfazemos com qualquer alimento que temos disponível, é um
desejo por algo que nos traz uma imensa satisfação ou conforto.
Essa distinção é o primeiro passo para aprendermos a
lidar com a fome, seja ela real ou emocional. Através do processo de
identificação do que estamos sentindo, começamos a desenvolver ferramentas para
lidar com esses momentos em que não conseguimos comer somente o suficiente para
nosso corpo.
"Entender os sinais e as motivações que o levam a comer possibilitará com que você decida por escolhas conscientes"
Ao sentarmos parar realizar uma refeição, é fundamental
que possamos prestar a atenção em como comemos. Comer devagar, pausando os
talheres no prato e sem pressa, é um comportamento assertivo, pois desta forma
nosso corpo ganha tempo para avisar nosso cérebro que já estamos satisfeitos,
evitando assim que nos enchamos de comida desnecessariamente, contribuindo para
o aumentos do peso, assim como outras doenças associadas a obesidade.
Desenvolver a inteligência emocional e corporal requer que
as pessoas consigam interpretar os sinais corretos de fome do corpo, não mais
comendo em excesso, comendo para se nutrir e não para nos proporcionar um
conforto irreal. Entender os sinais e as motivações que o levam a comer
possibilitará com que você decida por escolhas conscientes.
Outros aspectos importantes a serem identificados são os
estímulos externos, como os visuais. Eles estão presentes nas propagandas da
televisão e nos corredores dos supermercados, cheios de guloseimas calóricas. É
importante identifica-los e evita-los.
Cada pessoa responde, preferencialmente, a um tipo de estímulo. Ao identificá-lo será possível desenvolver uma melhor percepção e conhecimento sobre si, passando a neutralizar esses estímulos Podemos também pensar nos estímulos olfativos, que nos remetem a comida da nossa mãe, ou mesmo aquele bolo que você adora. Nesses momentos é fundamental identificar que nesse caso o que se tem é o desejo de comer, e não a fome real.
ESCRITO
POR:Luciana
Kotaka
Psicologia
e Psicoterapias
Adauto Gonçalves Junior
Personal Trainer
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